
Sinopse: A vida aparentemente perfeita das amigas Alice (Jessica Chastain) e Céline (Anne Hathaway) desmorona após um trágico acidente envolvendo um de seus filhos. O que começa como uma tragédia inimaginável acaba transformando a amizade entre elas em um jogo perigoso de segredos e mentiras. À medida que a culpa toma conta das famílias, a linha entre a maternidade e a obsessão se torna tênue, revelando o lado mais sombrio do instinto materno.
Minha opinião: O filme aborda diversas questões envolta do ser humano. O primeiro pano de fundo é a questão da mulher e a maternidade. A personagem Alice, interpretada pela Jessica Chastain (Interestelar) é pressionada pelo marido, vivido por Anders Danielsen Lie a ter um segundo filho, mas a vontade da personagem é a de voltar a profissão de repórter em um jornal. Dessa forma é exposto esse dilema da vida da mulher e toda essa angústia que ela tem com a vida que ela leva. O único apoio que ela recebe é da amiga/vizinha Alice, interpretado por Anne Hathaway (Um Dia).
Com a grande tragédia que cerca o filme, o luto acaba sendo o estado emocional de várias personagens que são atingidos pelo ocorrido.
O desempenho do elenco traz a maior veracidade aos acontecimentos da trama, por vezes nos emocionando e impactando o espectador.
A fotografia abusa de detalhes, deixando cada objeto falando por si só em cenas de impressionar.
A dúvida é uma das características que mais atravessa o filme. Não só a dúvida das personagens em si, mas a dúvida que nos causa ao ver.
A questão é: até onde a nossa empatia pode nos levar?
O simbolismo explorado em um coelho de pelúcia, que parece tão inofensivo, tão vulnerável…
É difícil o instinto falhar…
Trailer: