Resenha: O Fazedor De Velhos

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Nome:O Fazedor De Velhos

Autor:Rodrigo Lacerda

Editora: Cosac Naify

Nota: 

Sinopse oficial: Com uma prosa fluente, lírica e bem-humorada, o escritor Rodrigo Lacerda, autor de Vista do Rio (Cosac Naify, 2003), mostra as experiências e descobertas de um adolescente que, sem se dar conta, torna-se adulto. Pedro é um jovem como outro qualquer, que gosta de jogar futebol de botão, ir ao Maracanã, pegar jacaré na praia, tomar sorvete. Mas algo o difere dos demais: a paixão pela literatura. Ele adora ler, emociona-se e se envolve de forma profunda com os livros. Numa fase em que se deseja ser muitas coisas ao mesmo tempo, ele conhece Nabuco, um enigmático professor que o auxilia na difícil tarefa de se colocar no mundo. A descoberta do amor também faz parte de seu amadurecimento: Pedro encanta-se por uma garota prática e racional, completamente diferente dele. As poéticas ilustrações de Adrianne Gallinari, em traço fino de nanquim sobre tecido de algodão rústico, complementam as evoluções na narrativa. Dialogando com leitores de todas as idades, o livro prova que a única coisa que resiste ao passar do tempo é o potencial humano para se emocionar.

Minha opinião: A trama tem uma narrativa poética e introspectiva, da qual nos transporta para o mundo do Pedro, que apesar de diversos privilégios, tem indagações, como a maioria dos jovens de sua idade. Apaixonado por livros,  durante a obra ele vai citar grandes nomes da literatura.  O jovem ainda vai ter a missão de decidir se o curso da vida dele é História e para isso vai contar com uma ajuda especial. Um  professor aposentado  vai auxiliar o Pedro na decisão se ele deve ou não  permanecer no curso e essa ligação, vai fazer com que eles tenham uma relação mais próxima, como de avô e neto. O livro traz diversos discussões sobre a vida e   de como lidamos com  as coisas que a vida nos proporciona.

A obra abre a cabeça dos jovens para refletir sobre tudo e o caminho que podemos percorrer para nos encontrar. Além de aprendermos a lidar com o tempo. Leitura obrigatória, sem dúvidas.

por gabriel