No último sábado, 11 de outubro, estive no teatro do núcleo experimental no monólogo protagonizado pelo ator Thalles Cabral, do diretor Nicolas Ahnert, baseado no livro “Triste não é ao certo a palavra” de Gabriel Abreu.

A peça é um oceano de emoções sobre a angústia da perda de um familiar. São múltiplas as sensações. Demonstra uma luta por um resgate do tempo e uma busca por respostas de perguntas nunca ditas.
A personagem principal vai demonstrar todo o percurso dos últimos 30 dias de vida de sua mãe. De forma dilacerante, vivencia as fases do luto até mesmo antes da mãe de fato morrer, visto que a mesma tem o diagnóstico de demência.
Os destaques ficam para o Thalles,que entrega de forma profunda a atuação. O cenário de Pazetto, a iluminação de Nicolas Caratori e a trilha sonora de Alê Martins fazem do espetáculo ainda mais emocionante.