O Segredo da Dinamarca

O segredo da Dinamarca: Descubra como vivem as pessoas mais felizes do mundo eBook: Russell, Helen: Amazon.com.br: Loja Kindle

Nome: O Segredo da Dinamarca

Autora: Helen Russel

Editora: Leya

Nota:

Sinopse oficial: Descubra o segredo da felicidade e leve a Dinamarca para a sua casa A Dinamarca está entre os países mais felizes do mundo, e isso não se deve somente às boas condições de vida que o Estado proporciona a seus cidadãos. Na verdade, os dinamarqueses seguem alguns hábitos bem simples que os ajudam a aproveitar melhor os bons momentos e a viver em harmonia com os outros, a natureza, e com eles mesmos. Agora, o segredo de uma vida mais plena está a seu alcance, e você não precisa se mudar para o outro lado do mundo para desvendá-lo. Em O segredo da Dinamarca, Helen Russell investiga as razões de tanta felicidade e as sintetiza em dez passos que podem ser facilmente seguidos em qualquer lugar do globo. Confiar mais nos outros, arrumar um ambiente agradável, mexer o corpo, brincar, são apenas algumas das dicas dinamarquesas para uma vida muito mais agradável. Descubra você também que a felicidade é um processo que pode e deve – ser praticado. Assim, mesmo que longe da realidade da Dinamarca, todos nós podemos aprender a viver um pouco como seu povo, simplesmente, e de forma mais feliz.

Minha opinião: Já faz alguns anos que conheci a obra, mas sempre adiava a leitura, até que no ano passado comecei a ler no Kindle e entre indas e vindas acabei finalizando. A  temática felicidade sempre esteve rondando os meus pensamentos, tanto que acabei colocando uma pauta sobre junto com outras dentro do piloto de programa de TV que realizei no meu trabalho de TCC de jornalismo. Na ocasião usei a obra ” Os Quase Completos” do Felippe Barbosa, autor que também flertou com o assunto em seu livro.

Quando eu descobri que a Dinamarca foi eleito o país mais feliz do mundo e o livro da Hellen abordava esse assunto logo fiquei muito interessado.

“O Segredo da Dinamarca” é um livro reportagem muito pessoal e quase autobiográfico que traz um mergulho enorme na cultura dinamarquesa, extremamente rico de detalhes e informações. Qualquer leigo sobre o país vai se sentir um imigrante, assim como a personagem e o seu marido que é denominado de “Lego Man”. Os dois saem de Londres para viver uma experiência na Dinamarca, graças a oportunidade de trabalho  que o fã de Lego recebe da empresa.

Conhecer os hábitos e as tradições dos também chamado de Vikens é um misto de reações de “White people problems” e de choques culturais inimagináveis.

Direitos iguais, oportunidades, bem-estar-social são características que construíam a vontade de  querer mudar para lá imediatamente, mas por outro lado percebi que a felicidade é muito particular e os critérios são pessoais.

Separei algumas quotes do livro para vocês conhecerem sobre as características culturais da Dinamarca e dos dinamarqueses;

– “Ensinamos as crianças a pensar e decidir por si mesmas não apenas para passarem nas provas”

-” Mulheres representam mais de 40% do Parlamento dinamarquês”

– Aborto legalizado em 1973

– “Meninos e meninas são tratados de forma igual e têm as mesmas oportunidades na escola”

-Dinamarqueses fumam muito! 14 mil mortes por ano pelo uso de cigarro no país.

– Igualdade de renda contribui para a felicidade

– País pensa o tempo todo no bem-estar-social

-Sindicato informou que mulheres são questionadas em entrevista de emprego sobre desejo de engravidar e existem relatos de funcionárias que foram demitidas por realizarem fertilização in vitro.

Essas foram algumas curiosidades sobre a Dinamarca, que mesmo sendo o país mais feliz do mundo é marcado por contradições.

 

por gabriel

Cinco- Silva

O novo álbum do cantor Silva é o “Cinco” que marca o quinto disco de inéditas do artista.

O repertório do projeto é consistente e mesclado de sonoridades que englobam a MPB; bossa nova, samba e pop romântico.

As melhores faixas do álbum são: “Pausa Para Solidão”, “Não Vai Ter Fim”, “Jogo Estranho”, “Você”, “Quimera” e “Não Sei Rezar”.

Cinco (álbum de Silva) – Wikipédia, a enciclopédia livre
por gabriel

Resenha: Os Papiros de Ravena

Os Papiros de Ravena por [Waldir de Assis Júnior]

Nome: Os Papiros de Ravena

Autor: Waldir de Assis Junior

Editora: Chiado

Nota:

Comprar Martins FontesAmazon

Sinopse oficial: Quais são os limites que a busca pela realização pessoal pode nos apresentar? Ou lutar por esses objetivos não possuem limites? Um professor, pretenso escritor, ou um escritor consagrado? Na busca de sua inspiração, um anti-herói enfrenta uma verdadeira epopeia que ultrapassa todas as barreiras éticas e de caráter, contendo muitas referências literárias e do universo Nerd, Geek e de cinema!

Minha opinião:  Em Os Papiros de Ravena o leitor vai mergulhar em questões envolvendo a autoafirmação, honestidade e autoconfiança. Desvalorização da educação, da literatura e problemas sociais são o DNA que o autor imprime em sua obra de estreia. Com uma narrativa empolgante, vai ser uma tarefa difícil desgrudar das páginas do livro.  Com um pouco mais de 100 páginas poderemos conhecer parte da vida de um professor aspirante a escritor saldando as consequências de escolha em vida. Leitura indispensável para os tempos de desvalorização dos profissionais da escrita.

Citação do autor para a supervalorização de carreiras, como medicina em comparação a outras carreiras.

“…vestibulando: a medicina! Aquele, o ápice da carreira docente…”

Simpatias e crendices são abordadas na obra de Waldir, características intrínsecas em boa parte dos brasileiros.

” …São Gutenberg do Velho Mundo faça de mim um escritor pela intercessão dos UFOS..”

A parapsicologia também é abordada no livro de maneira fantástica com participação e citação de Lima Barreto  

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por gabriel

Resenha: O amor pelo qual me apaixonei – Pierre Richard Gerisma

O amor pelo qual me apaixonei

Nome: O amor pelo qual me apaixonei

Autor: Pierre Richard Gerisma

Editora: Chiado

Nota:

Onde comprar: Martins Fontes

Sinopse oficial:Quem nunca se apaixonou por algo ou por alguém? Quem nunca sentiu a necessidade de buscar algo mais? Quem nunca passou pela dor, mágoa, tortura que causa o amor? As vezes o amor nos enlouquece, nos mantém prisioneiros. Portanto, o único remédio para o amor, inversamente, ainda é o amor. Ele nos conforta, nos liberta, nos cura, faz curativo em nossa ferida, nos alivia e nos faz sonhar até com o impossível… O Amor pelo qual me Apaixonei nos leva a uma aventura em uma sociedade na qual as emoções e os sonhos são espezinhados pela dureza que prevalece no cotidiano. No mundo turbulento e desestabilizador que é o nosso, tiramos desta leitura uma profunda renovação, lavamo-nos de tudo para renascer como no primeiro dia.

Minha opinião:  A poesia é apresentada com o amor platônico, dilacerador, igualmente  os grandes poetas faziam antigamente. É assim que mergulhamos na bela obra de Pierre, do qual o próprio autor revelou ser inspirado em uma paixão da época em que cursou medicina.  Dividido em sete partes; Uma vida imaginária e de espera, O encontro, O banho da minha musa, A contínua promessa de amor de meu sorriso, Prova da verdade, A esperança do desespero e Esperando por umas segunda vinda. Distante do que se fala hoje de amor seja em poesia ou romances, neste livro teremos essas divisórias temáticas sendo intercalados em textos mais rasos e outros mais profundos, mas sempre colocando as relações amorosas intensas em uma personagem a “bela amada” em momentos iniciais da relação até o possível pós término.

A estrela da minha noite
Vênus, tu que me iluminas!
Concede-me teu amor,
Alimenta-me com tua luz,
Fascina-me com teu amor…
Pega-me pelos teus raios
Se tu vires que eu estou cambaleando,
Então, eu farei brilhar teu carmim…
Devido a tua luminescência, eu serei belo como um astro,
Nenhum fulgor me afastará de tua lanterna.
Posteriormente, de qualquer fonte pontual
Deixada por teus rastros, ser-te-ei fiel…

Pierre Richard Gerisma

Vale a leitura para os extremos românticos, mas sem tirar a comparação aos grandes poetas que sempre escreveram sobre os amores de tirar ao fôlego, assim como Pierre Richard Gerisma está fazendo agora com o seu “O amor pelo qual me apaixonei”.

Entrevista com o autor em breve no Good Vibes da Rádio Sudeste

por gabriel

Resenha: Ar Sujo – Fernando Barral

Nome: Ar Sujo

Autor: Fernando Barral

Editora: Chiado

Nota:

Comprar: \Martins Fontes\ Amazon   

Sinopse oficial : Tempo Havemos de contemplar a vida, conforme nos ensina o antigo pensamento taoísta. É preciso ter a parcimônia de saber aonde e como se colocar diante de seus desafios e itinerários. O domínio desse estado de coisas deve ser mantido casto até certo ponto, uma vez que tal tesouro é motivo de inveja e ganância de todo o tipo de homem. Este livro fala da contemplação da vida – seus humores e falta de juízo. Nós adultos temos juízo, a vida é que, como uma pipa, parece que não. Serão, destarte, tão absurdos os incríveis personagens dessa estória? O que fazer, como agir diante do caos? Às vezes penso que Kafka foi excessivamente oprimido pelo absurdo da vida. Por que outro motivo iria ele querer queimar seu próprio trabalho? Um trabalho seguramente pertinente e tão ousado? É desse assombro que nasce a matéria vital de “Ar Sujo”. É do imponderável, da submissão imponderável do homem ao jugo do poder inclemente que nasce a voz bombástica desse livro. Fernando Barral nunca esteve tão vivo e alerta como nessas linhas e é da sua produção abastada que observamos o nascimento, e agora, o amadurecimento de um autor tão correto, tão viril e tão máximo para o seu próprio contemplar, ó leitor. Como diria seu amigo Vincent, este é o tempo de Fernando. Este é o tempo de seus novos leitores.

Minha opinião: O livro dialogá com o tempo em um contexto que mostra a vida de personagens em momentos do cotidiano, em dias simples da vida, mas tudo visto com muita profundidade, filosofia e questionamentos de um modo geral do que somos, fazemos, vivemos e coisas.

religião; (…)”- Veja bem, não é que eu seja contra a Religião. Não. Acho até elegante, misterioso.” (…)

O autor é descendente de Pedro Álvarez Cabral, conversou comigo e contou que a primeira parte do livro trata de uma vertente de acúmulos e ideias. Com 4 livros publicados com esse ( Rei da Montanha, Jogo Paralelo, Psicologia para líderes de visão).

A atmosfera crítica passa de forma cintilante na narrativa do autor;

(..) É o tamanho da estima, o tamanho do Brasil. São os marqueteiros em perna de pau. É a polícia- a policiar o quê? O quê mesmo? A paz e o aconchego? A mortalha e o band-aid*? O trampolim e o balançar de Deus? (..)

Na segunda parte da divisão que o livro é feita temos “Lúcido” traz atmosfera ambígua em ligação com inicio do  livro, conforme informações do próprio autor. Nas 71 páginas a obra demonstra ser densa, como se tivesse 700.  É olhar pra dentro e para fora. Para o eu e para o nós. Isso é Ar Sujo.

 

(…) “- A vida para mim consiste em adquirir conhecimento, o que passa muito por um questionar-se e questionar-se.” (…)

contato com Fernando Barral: fcfarah@bol.com.br

 

 

por gabriel

Resenha: O Primeiro Estupro- A morte de minha alma – Joaquim Manoel da Silva

O Primeiro estupro - A morte de minha alma: Fragmentos eBook: Silva, Joaquim Manoel da: Amazon.com.br: Loja Kindle

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nome: O Primeiro Estupro – A Morte de minha alma

Autor: Joaquim Manoel da Silva

Editora: Chiado

Nota:

Compre o livro

Sinopse oficial: É uma narrativa baseada em recortes da memória de um menino vítima de violência sexual. A maneira de uma película, as lembranças brotam a sua memória, vívidas: da primeira violação de seu corpo infantil aos 5 anos de idade, até a última aos 13 anos. O tabu do estupro de meninos é abordado de forma crua, através de suas vivências e a hipocrisia de nossa sociedade é revelada na dicotomia antagônica de quem estupra, ao mesmo tempo em que condena, valendo-se de prerrogativas, autoridade e preconceitos.

Minha opinião: Extremamente denso, acredito que não poderia iniciar com outro adjetivo além desse, ou poderia?. É como o autor relata ainda no prefácio; Este livro é um exercício de empatia. Proponha- se a sentir. (…) Não há nenhuma polidez. (…). 2020 foi um ano marcante para a história da humanidade e se não bastasse a pandemia, no Brasil casos de estupros foram divulgados amplamente pela mídia. Infelizmente sempre existiu casos, mas felizmente foram discursados. Desde uma blogueira que foi violentada, até uma criança abusada, que ficou gravida e acabou ganhando os holofotes da grande mídia e gerando opiniões das mais absurdas por parte da população, que se viu no direito de opinar a cerca do caso.

Neste livro o leitor vai mergulhar sobre o silenciamento do estupro de um menino negro, que é violentado diariamente por todos.  O autor brilhantemente deixa tudo tão pavoroso, do qual faz com que o ledor se teletransporte para as cenas horripilantes que o personagem sofre.  Invisível para sua família e silenciado por todos.

“Aos soberbos que se atrevam a falar sobre o estupro, tenham antes seus corpos destroçados, sua alma roubada para depois elevarem a voz…. Como nós, humanos, podemos ser tão cruéis?”

Essa passagem da obra é um sermão necessário aos opinadores de plantão, que adoram apontar o dedo as vítimas e nunca aos agressores. Entre tantos casos de conhecimento do público sempre acabamos trombando com comentários do tipo; “mas também com essa roupa” ” tava dando sopa” e entre outras frases de enojar o ser humano que as emitem.

Uma leitura obrigatória para o momento em que vivemos para entendermos ainda mais o que se passa na vida dessas pessoas violentadas e todas as consequências que geram na vida delas.

por gabriel

Resenha: Os Quase Completos – Felippe Barbosa

Nome: Os Quase Completos

Autor: Felippe Barbosa

Editora: Arqueiro

Nota:   

Sinopse oficial: O Quase Doutor é um renomado cardiologista que passa os dias em um hospital, mas no fundo é um artista frustrado. A Quase Viúva é uma professora que está de licença do trabalho para ficar com o noivo, em coma após um grave acidente. O Quase Repórter é um jornalista decepcionado com a profissão que sofre há mais de um ano pelo suicídio da esposa. A princípio, a única coisa que essas pessoas têm em comum é a sensação de incompletude e de desilusão com a vida.

Onde comprar: Travessa – Amazon

Minha opinião: O Quase Doutor é o Otávio, uma cardiologista que durante parte da sua vida sonhou em ser um grande artista, mas com todas as pressões da família e de alguma forma sociais, acabou prestando para medicina.O Quase Repórter é um jovem jornalista, que escreve para o jornal da cidade, mas que se vê frustrado pelas limitações impostas por seu editor e ainda sofre pela perda da esposa, que faleceu ao que tudo indica causado por um suicídio. Já a quase viúva passa dias com seu noivo no hospital em coma, mas acaba desconfiada que alguém dentro do hospital pode estar tentando o matar.  A narrativa vai sendo intercalada entre as personagens que estão interligadas pelo enredo.

Tudo isso em uma atmosfera reflexiva que traz o leitor a se questionar em muitos aspectos da própria vida, da sociedade, das pessoas, relações, tradições entre outros temas. O autor ainda exprime com primor a desvalorização das artes e da cultura em detrimento de outras profissões consideradas “superiores” como são o caso de médicos e advogados. Simbologia por meio da fantasia é usada para tratar a completude do ser humano e o quanto as decisões da nossa vida tanto para um lado, quanto para outro podem ser feitas de uma forma não planejada. Mais do que nunca estamos no caminho de entender que não é possível decidirmos por tudo e que caminhos e escolhas podem ser feitas de forma involuntária.

O Prêmio Pólen de Literatura faz jus ao autor que em seu livro de estreia já traz maturidade, vivência e questões que estão e devem ser ainda mais discutidas em todos os contextos e não poderia ser melhor abordada como foi nesta obra.

por gabriel

O Filme Segundo o Escritor: Asas de Sangue- Alianças

Texto por Rodrick MarsMoon 

Asas de Sangue - Alianças - Editora Viseu

O meu primeiro livro se chama Asas de Sangue- Alianças, e é o começo de uma saga de seis livros que fala sobre um mundo em que Jesus e o Anticristo voltam enquanto anjos, bruxas e vampiros se preparam para enfrentar demônios, lobisomens e anjos decaídos no Apocalipse, no dia exato em que o selo que prende Lucifer no Inferno se desfazer, possibilitando o retorno dele ao mundo.

Estou escrevendo a saga em uma narrativa semelhante à de Crônicas de Gelo e Fogo e Duna, do ponto de vista de vários protagonistas, incluindo dos vilões, cada um tendo uma função diferente em toda a preparação, o que me possibilitou tornar as tramas mais orgânicas e fluídas, não precisando forçar a história para fazer um único protagonista se envolver em 1001 situações só para mostrar o worldbuilding da saga; cada protagonista está em um lugar no mundo fazendo uma coisa diferente a cada capítulo, se preparando como podem enquanto resolvem assuntos inacabados do passado, sendo esses cruciais nesse livro ou nas sequências. Assim, os leitores conhecem esse universo pelo ponto de vista tanto de novatos quanto de veteranos.

Aliás, o livro está à venda no site da Editora Viseu. 

Sobre os personagens, vão descobrir quando eu for falar do elenco; por enquanto vamos focar na parte técnica da adaptação. Aliás, essa é uma coisa muito negligenciada por muitos autores, pois falham em perceber que uma ótima escolha para quem estará atrás das câmeras importa tanto quanto – às vezes, até mais – do que de quem estará na frente.

Então, no meu caso, eu adoraria que a minha saga não se tornasse filmes, mas sim uma série de duas temporadas de dez episódios de uma hora cada na HBO Max, três livros por temporada, tendo a mim como showrunner e com os vinte roteiros escritos por mim mesmo junto com Chris Terrio, que roteirizou o filme Argo e ganhou um Oscar por isso, conhecido por incluir temas reais e humanos nas histórias e tornar real o irreal nas histórias, que me ajudaria a tornar os roteiros um pouco mais cinematográficos sem deixar de ser complexo e bem elaborado.

E além do mais, tem algumas coisas do primeiro livro que me arrependo de ter feito, então transformar as ideias arrependidas em outras melhores seria ótimo.

Aliás, se tem uma coisa que ninguém gosta (além dos do contra, mas para esses a gente vira a outra face mesmo) é quando pegam aquele livro com reviravoltas mirabolantes, tramas profundas e impactantes e transforma em um filme raso e genérico que acaba não tendo nada de incrível para mostrar. Os leitores se ofendem, o público que nunca leu o livro percebe que o filme é ruim, ninguém gosta.

O meu maior objetivo acabou se tornando me formar em cinema e dedicar a minha vida a ser o diretor/showrunner de filmes e séries de livros exclusivas na HBO Max (e talvez uns filmes de livros para o cinema, na Warner), sempre garantindo que se tornem adaptações mais fiéis possíveis, que os leitores ponham total confiança em mim para traduzir os livros e sagas que tanto amam em filmes/séries que estejam, no mínimo, no mesmo nível que as páginas.

O trio que eu adoraria que fizesse a fotografia, produção e direção de todos os episódios seria…

Clay Enos e o casal Deborah e Zack Snyder

Primeiramente porque amo o trabalho que o Clay fez em tantos trabalhos com o Snyder, e desejo demais que a série sobre a minha saga tenha a estética visual que ele põe em todos os filmes, e o fato de ele saber fazer obras-primas visuais com pouco orçamento prova que ele é a pessoa ideal para deixar a série com um visual bem cinematográfico.

E ter os três juntos nessa me deixaria com mais confiança de que as cenas marcantes dos meus livros sejam traduzidas visualmente de forma memorável.

Quando olho para os concept arts, só consigo imaginar como as cenas de batalha dos meus livros ficariam em tela e não paro de sorrir com a ideia…

Agora sim, vamos ao elenco – escolhidos baseados no quão semelhantes os atores são aos meus personagens.

Primeiro vou focar nos protagonistas e vilões, depois em alguns dos secundários mais importantes (os que não têm sobrenome são porque as revelações de quais famílias cada um vem serão cruciais nas sequências):

Jaimie Alexander como General Morte

Kaya Scodelario como Carmilla

Chloe Bennet como Sarah

Sasha Pieterse como Morgana

Elizabeth Gillies como Katherine Manson

Auli’i Cravalho como Suzie Brink

Bella Thorne como Megara Aahbran

As gêmeas Prescott como Claire e Caitlin Sancti

Maddison Brown como Ailyn Swift

Merit Leighton como Elizabeth Popplewell

E tanto para o novo Messias quanto para o Anticristo, Markus e Esther, eu preferiria fazer uma longa sessão de testes com atores novatos, para que o público os veja e não assimile com nenhum outro personagem…

Enfim, os vilões principais:

January Jones como Lilith

Rosabell Laurenti Sellers como Simone

Secundários mais importantes;

Jason Momoa como Lucifer

Isabel May como Gabrielle Karevik

Henry Cavill como Valentim Sancti

Gal Gadot como Lucia

Emily VanCamp como Rebecca Arterton

Kaylee Bryant como Nathaly e Thalya (são gêmeas, mas nunca interagem uma com a outra, então não tem problema ter uma atriz só para ser as duas)

Para interpretar Deus da minha saga ainda estou indeciso, mas tem três atrizes que imagino que seriam ótimas para o papel:

Amber Heard

Rachel McAdams

Katie McGrath

Até uma próxima.

por gabriel

Afago meu é o livro de poesia de Ana Julia Ferro

No último Good Vibes do dia 18\12 conversei com Ana Julia Ferro sobre o seu livro “Afago meu” lançado em julho pela Chiado.

Nome: Afago meu

Autora: Ana Júlia Abs

Editora: Chiado

Sinopse: AFAGO MEU é um convite para você se debruçar na dedicação de uma alma sensível e encontrar enlevo poético

Sobre a autora: Ana Júlia Ferro Abs, nascida em Maceió-AL, atualmente estudante de direito, amante das artes e poetisa. Participou consecutivamente de cinco obras de antologias poéticas de âmbito nacional, e no auge dos seus 33 anos recebeu o convite para compor uma obra exclusivamente sua, empenhando dedicação e sensibilidade publica sua primeira obra: AFAGO MEU.

Confira os destaques do colunista nesta edição, 29/09/2020 | Gazeta de Alagoas

A entrevista transmitida no Good Vibes agora está disponível no Spotify e Apple Podcast

 

por gabriel

Resenha: Os Pirilampos

OS PIRILAMPOS - 1ªED.(2020) - Thais Carvalho - Livro

Título: Os Pirilampos

Autora: Thais Carvalho

Editora: Chiado

Nota: 

Onde comprar: Travessa  Amazon

Sinopse: Mesmo sendo algo distinto e perturbador o amor é algo genuíno e diferente para cada pessoa que o sente. Os Pirilampos e Amor à primeira vista são obras que demostram a verdadeira face do que acontece quando nos jovens descobrimos o amor pela primeira vez, pode ser assustador muita das vezes trágico ou ate mesmo algo que não conseguimos explicar de tão forte que ele possa ser, mas ele sempre estará lá, em todo o canto se encontra o amor só precisamos saber a amar. E estas obras relatam essas formas diferentes e únicas.

Opinião: Em sua obra de estreia, a autora usa de todo o romantismo para explorar duas histórias simples, mas muito boas para o gênero. Questões da adolescência; primeiro namoro, inseguranças e outros causos que podem gerar identificação entre muitos leitores. Tudo que pode ser convertido a acontecimentos da vida real, do dia a dia de muitas pessoas, o que torna ainda a obra mais “vida real”, mas sem tirar os clichês que pode tirar o folego de muita gente por ai. Vale a leitura das duas histórias que o compõe o volume.

por gabriel